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A Comunicação de dentro da empresa.

Old but Cool!!

____________________________________________________________ 
De: Presidente
Para: Diretor

Na próxima segunda-feira, aproximadamente às 20:00 horas, o cometa Halley
passará por aqui.Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 76 anos.

Assim, peço que os funcionários sejam reunidos no pátio da fábrica, todos
usando capacetes de segurança, para que eu possa explicar o fenômeno a eles.

Se estiver chovendo, não poderemos ver o raro espetáculo a olho nú, e
todos deverão se dirigir ao refeitório onde será exibido um filme
documentário sobre o cometa Halley.

_________________________________________________________________________

De: Diretor
Para: Gerentes

Por ordem do Presidente, na
sexta-feira às 20:00 horas, o cometa Halley vai aparecer sobre a
fábrica. Se chover, os funcionários deverão ser
reunidos, todos com capacete de segurança, e encaminhados ao refeitório,
onde o raro fenômeno aparecerá, o que acontece a cada 76 anos a olho nú.

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De: Gerentes
Para: Chefe de Produção

A convite do nosso querido Diretor, o cientista Halley de 76 anos, vai aparecer nú no
refeitório da fabrica, usando capacete, pois vai ser apresentado um
filme sobre o problema da chuva na segurança. O diretor levará a
demonstração para o pátio da fábrica.

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De: Chefe de Producao
Para: Supervisor de Turnos

Na sexta-feira às 20:00 horas, o Diretor, pela primeira vez em 76 anos,
vai aparecer nú no refeitório da fábrica, para filmar o Halley, o cientista
famoso e sua equipe. Todo mundo deverá estar de capacete, pois vai ser
apresentado um show sobre a segurança na chuva. O Diretor levará a banda
para o pátio da fábrica.
_________________________________________________________________________

De: Supervisor de Turnos
Para: Funcionários

Todo mundo nú, sem exceção, deve estar no pátio da fábrica, na próxima sexta-feira,
às 20:00 horas, pois o manda-chuva (Presidente) e o Sr.Haley,
guitarrista famoso, estarão para mostrar o raro filme “Dançando na
Chuva”. Todo mundo no refeitório de capacete, o show será lá, o que ocorre a cada 76 anos.

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Aviso para todos:

Na sexta-feira, o chefe da diretoria vai fazer 76 anos e liberou geral
para a festa às 20:00h no refeitório.
Vão estar lá, pagos pelo manda-chuva, “Bill Halley e seus
Cometas”. Todo mundo nú e de capacete, pois a banda é muito louca e
o rock vai rolar solto, mesmo com chuva.

Só podia ser Japa!!!

Minerinho Modesto.

Três paulistas querendo contar vantagem pro mineirim:
 
1º. paulista: – Eu tenho muito dinheiro… Vou comprar o Citibank!
 
2º. paulista: – Eu sou muito rico… Comprarei a Fiat Automóveis.
 
3º. paulista: – Eu sou um magnata… Vou comprar a Usiminas.

E os três ficam esperando o que o mineiro vai falar.

 

O mineirim dá uma pitada no cigarro de palha, engole

 

a saliva… faz uma pausa … e diz:
  
– Num vendo…

Vamos Mudar o Brasil!! 1

Vou começar uma campanha contra as Roubalheiras que ocorrem no congresso Nacional.

Onde a Cada Semana assistimos de braços cruzados os politicos nos assaltar e desdenhar do Povo Brasileiro

Agora, é facil reclamar e depois assistir a Nove das Oito (Que começa as Nove) e não fazer nada pra Mudar essa M…

Vamos levantar a Bunda do sofá e fazer alguma coisa!!!

Quem os Colocam no Poder, somos Nós!!!

  A única maneira de mudar essa P… é não votando nas mesmas pessoas que sempre estão passando a mão na nossa Grana e comprando “Panettones” pra dar de Presente!!! Vamos para de Reclamar e Agir!!!

Conversa entre 2 Crianças (Cumprida, mas Legal. 2)

E aí, véio?

– Beleza, cara?

– Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

– Quer conversar sobre isso?

– É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?

– Como assim?

– Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

– Nunca.

– Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?

– Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?

– Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?

– Como assim, véio?

– Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

– Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

– Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

– Tipo o quê?

– Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

– Caramba! Mas por que ela fez isso?

– Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

– Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

– E sabe a Francisca ali da esquina?

– A Dona Chica? Sei sim.

– Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá,
paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

– Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

– Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me
contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

– Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

– Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de ‘Anjo’. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.

– Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.

– É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.

– Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

– Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

Depilação. (Comprida mas MUUUUIIIITTTOOO Engraçada!!)

DEPILAÇÃO –

“Tenta sim. Vai ficar lindo.”

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.

Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.

Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.

Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.

Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.

Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

– Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

– Vai depilar o quê?

– Virilha.

– Normal ou cavada?

Parei pra pensar. Eu não sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

– Cavada mesmo.

– Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?

– Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos.

Almocei coisas leves, porque sabia o que me esperava.

Coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.

Escolhi uma calcinha apresentável e fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando.

Moça alta, mulata, bonitona.

Oba, vou ficar que nem ela, legal.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.

Saímos da sala de espera e logo entramos num longo corredor.

De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas.

Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue.

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão.

Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

– Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei estirada de calcinha na maca.

Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha.

Ali estavam os aparelhos de tortura.

Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.

Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente ela vem com um barbante na mão.

Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

– Quer bem cavada?

– .Sim, isso.

Penélope então, deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso dela, esqueci de apresentar antes.

– Os pentelhos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer mais ainda.

– Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

– Pode abrir as pernas.

– Assim?

– Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

– Arreganhada, então?

Ela riu.

Que situação.

E então, Penélope passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem.

Gostoso, quentinho, agradável.

Então chegou a hora de puxar. Foi rápido e fatal.

Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.

Não tive coragem de olhar.

Achei que havia sangue jorrando até o teto.

Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.

Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo super natural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar.

Tinha medo de que doesse mais.

– Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”.

Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.

Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.

Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

– Quer que tire dos lábios?

– Não, eu quero só virilha, bigode não.

– Não, querida, os lábios dela aqui.

-Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idiota. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

– Ah, arranca então.

Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

– Olha, tá ficando linda essa depilação.

– Menina, mas tá cheio de encravado aqui.

Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali.

Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.

“Me leva daqui, Deus, me tele-transporta”.

Só voltei pra terra quando entre uns balanços ouvi a palavra pinça.

– Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

– Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.

Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

– Vamos ficar de lado agora?

– Hein?

– Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar.

Obedeci Penélope.

Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

– Segura sua bunda aqui?

– Hein?

– Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar.

Eu não podia ver o que Penélope via, mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê.

Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena?

Nem minha ginecologista.

Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.

Fiquei pensando nela acordando de noite com um pesadelo.

O marido perguntaria: – Tudo bem, Penélope?

– Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas, de repente, fui novamente trazida para a realidade.

Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.

Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.

Sei que ela deve ver mil cus por dia.

Aliás, isso até alivia minha situação.

Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?

E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?

Fui impedida de desfiar o questionamento. Penélope puxou a cera.

Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Penélope arrancou qualquer coisa que tivesse ali.

Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais.

Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.

Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

– Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez?

Virei e segurei novamente a bandinha.

E então, piora.

A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

– Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.

Era dor demais, vergonha demais.

Aquilo não fazia sentido.

Estava me depilando pra quem?

Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito.

Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

– Terminamos.

Pode virar que vou passar a maquininha.

– Máquina de quê?!

– Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

– Dói?

– Dói nada.

– Ta bom, passa essa merda…

– Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo.

Baixe a calcinha!

Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho?

Mas o choque foi substituído por uma total redenção.

Ela viu tudo, da perereca ao cu.

O que seria baixar a calcinha?

E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

– Prontinha. Posso passar um talco?

– Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

– Tá linda!

Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado ficou bonito, lisinho, sedoso.

Mas a dor incomodava demais.

Queria matar minhas amigas.

Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso.

Queria fazer passeatas, criar uma lei anti-depilação cavada.

Queria comprar o domínio www.preserveasbucetaspeludas.com.br!

kkkkkkk  É isso Mulherada, só na CAVADINHA!!!!